|
O Balé do Teatro Guaíra
Uma das únicas e maiores companhias estatais de dança do país, o Balé do Teatro Guaíra é dono e criador do Grande Circo Místico. A peça, escrita sob encomenda em 83, projetou o corpo de baile para o primeiro escalão nacional. Criado em 1969, o corpo de baile do Guaíra vem atuando sob o comando de grandes nomes nacionais e internacionais. As turnês de "Jogos de Dança" (80) e "Grande Circo Místico" (83), peças compostas exclusivamente para a companhia, consolidaram sua importância no campo da dança nacional. De lá para cá lançaram novos sucessos como "O Segundo Sopro" (de Roseli Rodrigues, com música de Fábio Cardia), "Nem tudo que se tem usa" (da dupla Rosane Chamevqui /Andrea Lerner), "Trânsito" (coreografia de Ana Vitória e música de Claudio Dauelsberg) e Típitico (de Tindaro Silvano, sob música de Bach). Desde
1999 o Guaíra é dirigido pela jornalista Suzana Braga, que
trabalha com dança há 35 anos. Depois de ter dançado
no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e atuado como professora (no Tablado
e em sua própria Academia), ela trabalhou no Ópera de Paris
e no Ballet Moderno de Paris. Acabou seduzida pelo jornalismo, tendo sido
crítica de dança, repórter e editora de suplementos
culturais em veículos como o Jornal do Brasil (Rio), Le Figaro
e France Soir (Paris) e El Clarin (Argentina). Também leva sua
assinatura o livro "Ana Botafogo - Na Magia do Palco", sobre
a bailarina carioca. Foi Suzana quem resolveu resgatar o espetáculo,
maior sucesso da Cia, no ano em que ele celebra seu 20º aniversário. |
|